O Respeito na gestão virtuosa da Reputação

08/11/2018 - AUTOR:
reputação  reputação virtuosa  gestão de marca  gestão da governança empresarial

Por Ana Lúcia De Alcântara Oshiro

Reputação é apresentada como uma Norma reguladora de comportamento não apenas organizacional, mas individual e de grupos, uma norma que pode inserir ou excluir a pessoa humana do universo de legitimidade ou não no contexto atual.

E por ser a norma – tanto do social quanto organizacional – ela se destaca pela predominância dos valores humanos e suas variáveis e regras, que definem virtudes e as regras racionais que devem ser cumpridas como deveres - importantes indicadores que podem levar e garantir a confiança do ambiente externo à organização, redundando em valoração de seus ativos, principalmente para aquelas empresas com participação em Bolsa.

A Comunicação base do poder na contemporaneidade de invividuos e organizações e empresas, como agente regulador e gestor da norma reputacional, que se torna o instrumento do novo capitalismo no sentido de manutenção do equilíbrio necessário entre as expectativas sociais e a necessidade de valoração do capital e na sociedade

É por meio desse pensamento que devemos pensar em reputação, por meio de uma perspectiva dialógica, em meio a um contexto no qual os sujeitos buscam, pela interação com o outro, o compartilhamento das mesmas perspectivas e identidades, mesmo processo de produção de significados, sentimentos e paixões compartilhados por meio do entendimento, da significação dos entornos envolvidos no credito reputação. O foco deve ser ire alem da racionalidade estatística –- focando-se naqueles atributos imateriais, humanos onde estão situadas as virtudes, que possibilita ampliar o equilibrio, o dialogo, a interação,o conversacional – a negociação e o entendimento.

Superar a posição analógica da vivência conversacional  do ir – da emissão, mensagem, recepção da interação da gestão, extremamente hierarquizada e de cima para baixo - anterior para a posição virtual, dos wikis (Levvy) (Tapscott), para um novo framework que reconheça a identidade de uma empresa que é estática e a maleabilidade de uma imagem e reputação que se alteram em tempo real conforme a mutabilidade dos eventos externos (cf. WEI: 2002, apud BARNETT; JERMIER; LAFFERTY: 2006),  implicará em julgamentos específicos que passam a ser legitimadores.

Como um veículo simbólico de transporte de argumentos, “informações e expressões; o ambiente não possibilita mais pensar em uma ambiência de certezas absolutas e pensamentos fechados a qualquer reconversão” (LOPES.2007, p.25). O momento é da “instabilidade, das incertezas, aquele lugar no qual todos nós estamos situados, onde os objetos têm fronteiras pouco definidas e que a experiência rigorosa se torna irrealizável diante da complexidade, e da infinidade variáveis humanas [...]” (GODOI, 2010).

Estamos no momento de adotarmos nossa humanidade e reorganizar nossas posturas – abrir mais os ouvidos para ouvir com mais intensidade. Retomarmos, como humanos expandirmos os olhares e desenvolvermos novamente a capacidade de perceber o outro, o olfato para a sensibilidade de sentir o ambiente...expor nossas sensibilidades e entende-las, com a capacidade, como gestores de introduzirmos essas perspectivas de forma mais humanística para o interior racional doa ambientes organizacionais.

Reputação é apresentada como uma Norma reguladora de comportamento não apenas organizacional, mas individual e de grupos, uma norma que pode inserir ou excluir a pessoa humana do universo de legitimidade ou não no contexto atual.

E por ser a norma – tanto do social quanto organizacional – ela se destaca pela predominância dos valores humanos e suas variáveis e regras, que definem virtudes e as regras racionais que devem ser cumpridas como deveres - importantes indicadores que podem levar e garantir a confiança do ambiente externo à organização, redundando em valoração de seus ativos, principalmente para aquelas empresas com participação em Bolsa.

A Comunicação base do poder na contemporaneidade de invividuos e organizações e empresas, como agente regulador e gestor da norma reputacional, que se torna o instrumento do novo capitalismo no sentido de manutenção do equilíbrio necessário entre as expectativas sociais e a necessidade de valoração do capital e na sociedade

É por meio desse pensamento que devemos pensar em reputação, por meio de uma perspectiva dialógica, em meio a um contexto no qual os sujeitos buscam, pela interação com o outro, o compartilhamento das mesmas perspectivas e identidades, mesmo processo de produção de significados, sentimentos e paixões compartilhados por meio do entendimento, da significação dos entornos envolvidos no credito reputação. O foco deve ser ire alem da racionalidade estatística –- focando-se naqueles atributos imateriais, humanos onde estão situadas as virtudes, que possibilita ampliar o equilibrio, o dialogo, a interação,o conversacional – a negociação e o entendimento.

Superar a posição analógica da vivência conversacional  do ir – da emissão, mensagem, recepção da interação da gestão, extremamente hierarquizada e de cima para baixo - anterior para a posição virtual, dos wikis (Levvy) (Tapscott), para um novo framework que reconheça a identidade de uma empresa que é estática e a maleabilidade de uma imagem e reputação que se alteram em tempo real conforme a mutabilidade dos eventos externos (cf. WEI: 2002, apud BARNETT; JERMIER; LAFFERTY: 2006),  implicará em julgamentos específicos que passam a ser legitimadores.

Como um veículo simbólico de transporte de argumentos, “informações e expressões; o ambiente não possibilita mais pensar em uma ambiência de certezas absolutas e pensamentos fechados a qualquer reconversão” (LOPES.2007, p.25). O momento é da “instabilidade, das incertezas, aquele lugar no qual todos nós estamos situados, onde os objetos têm fronteiras pouco definidas e que a experiência rigorosa se torna irrealizável diante da complexidade, e da infinidade variáveis humanas [...]” (GODOI, 2010).

Estamos no momento de adotarmos nossa humanidade e reorganizar nossas posturas – abrir mais os ouvidos para ouvir com mais intensidade. Retomarmos, como humanos expandirmos os olhares e desenvolvermos novamente a capacidade de perceber o outro, o olfato para a sensibilidade de sentir o ambiente...expor nossas sensibilidades e entende-las, com a capacidade, como gestores de introduzirmos essas perspectivas de forma mais humanística para o interior racional doa ambientes organizacionais.....Leia mais! (baixe o pdf da edição numero da NomuseLocusMagazine)