Você acredita que as Redes Sociais podem gerar valor e agregar virtudes?

28/06/2019

 

Capuccino do Bem

Alzira da Cruz Souza, 38 anos, sempre adorou animais, desde criança e esse amor a acompanhou ao longo de toda a vida. “Em minha casa”, diz ela, eu e minha mãe sempre vivemos rodeadas de animais – cães, pássaros e gatos. Solteira, Alzira é uma mulher doce, simples e que demonstra em sua voz a singeleza daqueles que colocam à frente de seus atos a coerência das atitudes com aqueles valores que permitiram formar seu caráter. Morando com sua mãe, um belo dia ao sair de casa, em Goiânia, encontrou uma ninhada de gatinhos miando muito de fome e a mãe angustiada e arisca, desesperada por proteger sua prole.

Alzira levou para dentro de casa os felinos e adicionou à sua prole animal toda a família. Alguns dias depois, qual não foi a surprese em encontrar novamente mais uma gata prenha em frente de casa. Seguiram-se outros abandonos, gatas prenhas ou acompanhadas dos filhotes, ao ponto dela e a mãe não conseguirem mais sustentar tamanha ampliação da família.

Percebi, expõe Alzira, que as gatas que tinham um dono e um lar, mas que por variados motivos, quando ficavam prenhas, seus donos as abandonavam e minha casa passou a ser um ponto de referência para esse abandono, pois, no meu entender, eu e minha mãe adquirimos fama de acolhimento de animais na região.

O problema maior para Alzira tornou-se os custos para manter o bem estar dos animais como alimentação, castração e  limpeza.  E ela expõe: “comecei a receber essas gatas e cuidar dos filhotes, mas chegou um nível em que eu não conseguia mais mantê-los. Além dos cuidados  diários havia a questão da vacinação, remédio  e em Goiânia não tem serviço público - como em grandes centros - de vacinação e abrigo desses animais abandonados”, ressalta.

A solução? Abandoná-los novamente na rua?  Desistir deles?

Alzira partiu para a solução. Sua paixão por café já era bem conhecida pelos amigos e a família. Não um simples cafezinho, mas um cappuccino saboroso, elaborado por ela mesma, com leite sem lactose e um sabor inigualável. E foi dessa paixão que surgiu a solução: “por que não produzir os cappuccinos e comercializá-los”?

O acesso à tecnologia da informação surgiu nos anos 80 graças a proliferação do uso dos computadores pessoais e com o acesso dos recursos da internet a todos os indivíduos possibilitou o surgimento das redes sociais virtuais. São elas que têm permitido o relacionamento virtual, a conexão com indivíduos em qualquer lugar do mundo. Além disso, graças a essa tremenda conectividade possibilitou a geração de valor econômico para qualquer ser humano do planeta.

E foi graças a essa enorme possibilidade aberta pelas redes sociais que Alzira vislumbrou na Rede a solução para seus gatinhos: criar a marca de um produto  e comercializá-lo via rede social e disseminar, de forma orgânica, o problema e  ao mesmo tempo sua causa.  E tem dado certo, desde que iniciou a venda via a rede Instagram.

Alzira gerou valor para ela e as tinhas e filhotes abandonados de Goiânia. O “Cappuccino do Bem” tem possibilitado a Alzira renda para ela mesma, sua causa e os beneficiados: as gatas e seus filhotes.

Com os recursos obtidos com a venda dos potinhos de cappuccino ela tem recursos para receber a comunidade abandonada, cuidar das famílias, castrá-los, vaciná-los, gerando um ciclo virtuoso que chamou a atenção, não apenas nossa, do NomuseLocus e nossa proposta, mas daqueles que se identificam com o norte de vida de Alzira e sua mãe.

Alzira já conseguiu que muitos dos gatinhos e suas mães acolhidas por ela fossem recebidos por outras famílias. Desde fevereiro, cerca de setes gatinhos já foram adotados.

Quando indagada o que ela objetiva com seu projeto, ela responde: “apenas ajudar para que esses seres puros não sofram mais, pois eles já tiveram um lar, alguém que o amou, mas que em determinado momento, deixou de amá-los e os abandonou”.

Virtudes baseadas no acolhimento e amor. Basta mudar e focar em nossas atitudes, transformamos o mundo – é nisso que o projeto NomuseLocus acredita, d forma a disseminar o que representa “reputaçõesvirtuosasintegradoras” de pessoas, empresas, organizações e marcas.

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Pesquisa Nº 1

QUESTAO:

“Você já enfrentou situações nas quais você não foi respeitado? Se positiva. O desrespeito é mais usual em que ambiente de seus relacionamentos cotidianos?”.


Resultado:

SIM – 100%


ONDE?

60% - Sociedade em geral

100% - Ambiente de Trabalho

80% - Nos espaços públicos

50% - Pelo Estado

30% - Nas instituições de ensino


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