Ajudar o mundo a prosperar e alinhar a comunidade global nesse sentido é o desafio cotidiano na atração e manutenção dos talentos pela Cargill

09/09/2020 - AUTOR: ALA Oshiro

 

Reunindo pessoas, ideias e recursos para entregar produtos, tecnologia e formas de operar que constroem negócios de sucesso e comunidades enriquecidas”.

Nas redes sociais e na mídia a empresa esteve presente ao longo dos últimos dois meses com as notícia de que absorveu em seus quadros de colaboradores mais de 170 novas contratações em plena pandemia. Não deixa de ser uma boa noticia em tempos de recessão e redução de quadros nas empresas buscando a redução dos custos e, normalmente, a ação tradicional [e pela redução da mão de obra, frente à redução da produção e a retração do mercado.

Desde 2017, a Cargill vem apostando em um modelo inovador de processo seletivo. Feito virtualmente, o programa consiste em etapas que envolvem games de competências, teste de inglês e dinâmicas. Além disso, para tornar as contratações ainda mais inclusivas, a companhia adotou o modelo de "currículo cego", no qual além de não terem o conhecimento sobre a instituição dos candidatos, os gestores contratantes também não têm acesso ao nome, idade e gênero dos estudantes. 

Com 50 anos de atuação no Brasil, a empresa  atua com mais  bem conhecidas no varejo no pais, como é o caso de Liza – conhecida por 99% dos usuários de óleo de cozinha e presente nos lares brasileiros desde 1975; a Pomarola, conhecida por 94% dos consumidores de molho de tomate e presente em 76% dos domicílios, de acordo com pesquisa realizada pela empresa Ipsos.

Entender o comprometimento da empresa com a prosperidade e o enriquecimento das comunidades e seus colaboradores globalmente, o NomuseLocus em busca da fala da subsidiária da empresa no Brasil com um bate papo com Luciana Giuranno, head de aquisição de talentos da Cargill na América Latina.

Numa entrevista agradável, informal e super aberta, Luciana Giuranno expôs os compromissos da marca, o entendimento do “Prosperar” quando se fala na Cargill em pessoas e na atração de talentos.

Para a Cargill o foco de sua política é dispor de talentos com capacidade ou competência inclusiva. O desafio é alinharmos os valores organizacionais com os individuais e com a exigência de inclusão.

Na Cargill muitos dos processos, procedimentos orientativos de toda a sua comunidade são discutidos globalmente, independente do local onde esteja a marca.

De acordo com o propósito da empresa, “ajudar o mundo a prosperar”, temos a estratégia de Rh que permeia a organização, de seus negócios - não importando os níveis dentro da organização. “Um dos seus valores básicos de nossa organização, expõe a executiva, “é colocar as pessoas em 1º lugar”.

“Quando buscamos uma pessoa”, ressalta  Giuranno, “buscamos atraí-la para a organização, seja para uma área ou função, as competências globais da organização têm que ser considerada, mas também algo importante que procuramos, independente do seu nível, é se ela é uma pessoa inclusiva”, explica Luciana.

A diversidade de times, equipes, pessoas, não está relacionada apenas a gêneros, orientação sexual, raça, mas, acima de tudo, para a organização norte-americana, de opiniões, experiências, nível social, advinda de numa universidade de primeira ou não.

Para a head de aquisição de talentos da Cargill na América Latina, o host da filosofia de gestão do capital humanas na Companhia está na valorização das competências, habilidade e não qualquer outro item vinculado sobre sua origem, gênero, raça ou religião.

“Analisamos se essa pessoa tem o potencial para entrar na organização, considerando se ela é inclusiva, pois se ela não puder ou não dispor dessa capacidade de convívio no nosso ambiente, ela não se adaptará. “Afinal ”temos que dispor de um ambiente inclusivo, esse é o nosso DNA”, disse a executiva no nosso papo no quadro LocusEmpresarialVirtuoso no nosso canal no  e  inscreva-se, para receber alertas dos novos encontros. Acompanhe!

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Pesquisa Nº 1

QUESTAO:

“Você já enfrentou situações nas quais você não foi respeitado? Se positiva. O desrespeito é mais usual em que ambiente de seus relacionamentos cotidianos?”.


Resultado:

SIM – 100%


ONDE?

60% - Sociedade em geral

100% - Ambiente de Trabalho

80% - Nos espaços públicos

50% - Pelo Estado

30% - Nas instituições de ensino


Quer conhecer mais detalhes da pesquisa? Acesse e baixe a 1ª edição da NomuseLocusMagazine.