70 Anos da Declaração dos Direitos Humanos, Brasil, virtudes, reputação

01/12/2018

 

A Declaração dos Direitos Humanos faz 70 anos. Uma data histórica e ao mesmo tempo motivo de muita reflexão. Após sete decadas, a humanidade ainda discute questões que deveriam ter sido superadas como preconceito, exclusão, perseguição a refugiados, fomes, miseria.

No Brasil ainda convivemos com uma realidade que se não vergonhosa, desonrosa para um país com sua magnitude - o celeiro do mundo - ou seja, quase 50% da população brasileira (é indigno!!!) vive em situação de pobreza total - passando fome!!!!

Em uma realidade econômica dita como economia cognitiva, criativa, que demanda pessoas com capacidade cognitiva de analise, criativa, competências alem da inovação, disruptiva, dá para se imaginar como crianças que representam o futuro hoje, que convivem numa realidade de exclusão econômica, de conhecimento, imaginação e criatividade, poderão oferecer sua capacidade produtiva a um mercado que demanda seres diferenciados e cognitivamente exemplares!

Vivemos em um mundo no qual o conhecimento, a capacidade em criar e oferecer valor por meio dessas competências diferenciadas é a única maneira de não estar inserido no mundo, ser considerado humano. Exige-se novas e tão antigas responsabilidades. Passamos do momento de repassar a responsabilidade pela realidade, pelo contexto ao outro. Temos que recuperar a nossa capacidade humana de nos indignarmos, assumirmos a justiça em nossos atos e ações. Não bastam falas bonitas, pois para que elas sejam #virtuosas dependem dos atos ao longo do tempo. Falas reputaveis e virtuosas só são verdadeiras se integradas por atos - elas são apenas produtos gerados.

Devemos, temos que alterar nossos atos, trazer para cada um de nós a responsabilidade pela mudança. Não necessitamos de grandes obras, fazemos isso no nosso cotidiano. Se sou uma dona de casa, ensino a responsabilidade diariamente sobrea bondade, a responsabilidade, a compaixão para com o outro - o amiguinho da escola - ensino a compartilhar o lanche, a cuidar dos bens - publicos, privados, a ouvir!

Se meu funcionário tem uma necessidade e age de forma desvirtuosa, sou compassivo, bondoso, explico, ensino. Se sou um gestor público devo preocupar-me com os compromissos assumidos; desenvolver a coerência e o auto controle pelos meus vícios - combater meus interesses; controlo as paixões e as grandes possibilidades que o poder me concede. Devo ser responsavel, por mim, pelo meu vizinho, meu filho, pela realidade de 50 milhões de pessoas que não têm o que comer, incentivo, dissemino, exemplifico a importância da rpeservação, do desperdício.Atos virtuosos constroem uma reputaçãointegradoravirtuosa.

Avançamos muito nestas sete decadas, mas devemos alterar nossa consciência para que dê ainda tempo de viabilizarmos um futuro!

Acesse nossa rede

 

Pesquisa Nº 1

QUESTAO:

“Você já enfrentou situações nas quais você não foi respeitado? Se positiva. O desrespeito é mais usual em que ambiente de seus relacionamentos cotidianos?”.


Resultado:

SIM – 100%


ONDE?

60% - Sociedade em geral

100% - Ambiente de Trabalho

80% - Nos espaços públicos

50% - Pelo Estado

30% - Nas instituições de ensino


Quer conhecer mais detalhes da pesquisa? Acesse e baixe a 1ª edição da NomuseLocusMagazine.